Ambiente, história, património, opinião, contos, pesca e humor

19
Nov 09

Não sou nem nunca fui apreciador da musica de Michael Jackson, embora sempre tenha admirado as suas qualidades enquanto bailarino e a dinâmica utilizada nos videoclipes e  espectáculos.

Não é agora que o homem se finou que vou começar com o discurso do "coitadinho, que era tão boa pessoa". Aliás, como pessoa, a fazer fé no que a imprensa nos impingia, até nem era "grande espingarda", que me perdoem os seus admiradores.

Há dias tive conhecimento de um videoclip do Michael Jackson que terá sido censurado nos Estados Unidos durante os anos noventa e por essa razão nunca lá foi editado como single, apesar de ser o single mais vendido de sempre na Inglaterra. É certo que eu já conhecia a música mas os meus conhecimentos de inglês estão como o nivel de vida da maioria dos portugueses, completamente de rastos.

Em primeiro lugar muito admirado fiquei em saber que tambem havia censura nos EUA, os autodenominados paladinos da democracia, da liberdade e de outras coisas mais, dos seus interesses. Como poluição não é assunto que interesse ao maior poluidor mundial, que são os EUA, censura-se.

Segundo, descobri uma faceta ambientalista e preocupada no artista de quem falamos.

Terceiro, no essencial identifico-me com a letra da canção... e aqui curvo-me perante a sua memória.

Quarto, continuo a pensar que, como homem, ele deixou muito a desejar, mas... sei lá, quem sou eu para julgar...

 

 

publicado por Brito Ribeiro às 22:30
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