Ambiente, história, património, opinião, contos, pesca e humor

22
Jul 14



Foto do final do ano de 1968, com as quatro irmãs. da esquerda para a direita, Felisbela Meira, Arminda Gomes, Maria José Ribeiro e Julieta Castilho.



publicado por Brito Ribeiro às 11:46

07
Fev 10

Desta vez tenho umas fotografias da praia e da Avenida Dr. Ramos Pereira.

 


1924 - A Avenida tinha sido construida pouco tempo antes. Junto ao "Redondo" ou "Meia-Laranja" montavam-se as barracas e os toldos dos banhistas. Note-se que ainda não havia o parapeito da Avenida.



1940 - Aqui é perfeitamente visivel o parapeito, mas ainda não havia iluminação pública



1935 - As barracas alinhavam-se na praia, simultaneamente marítima e fluvial. Ao fundo os barcos (truques) fundeados no "Sabugo".


publicado por Brito Ribeiro às 15:33

10
Jan 10

A meteorologia anunciava chuva, com queda de neve acima dos quatrocentos metros de altitude. Como de costume não acreditei, pelo simples facto de ouvir esta lenga lenga meia dúzia de vezes por ano e raramente se concretizar.

Mas a meio da manhã vi que a Serra d'Arga estava envolta num manto de névoa e a chuva ligeira que caía em Vila Praia de Âncora era autentico gelo. Pelo meio dia a névoa levantou um pouco e sobre o Monte de Terrugem já se distinguiam zonas brancas nas partes mais altas.

Depois do almoço metemo-nos a caminho da serra que, a partir do povoado de Arga de S. João, estava razoavelmente coberta de um deslumbrante manto branco.

Subimos até ao desvio para o Parque Eólico, muito perto de Arga de Baixo onde chovia e ventava com bastante intensidade. A estrada estava transitavel, mas exigiam-se cuidados redobrados.

Regressamos fazendo uma paragem no Santuário de S. João d'Arga onde registamos estas fotografias.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por Brito Ribeiro às 16:36

04
Out 09

A Freguesia de Moledo cresceu em torno de duas realidades distintas. Na zona litoral, multiplicaram-se as casas de gente abastada que vinha a banhos para a praia mais iodada de Portugal ou apenas passava largas temporadas ociosas no ambiente pacato da aldeia.

Na zona interior da Freguesia viviam e trabalhavam na agricultura, os cidadãos locais.

As seguintes fotos reportam-se a 1905 e a Avenida de Santana ainda não era calcetada, nem havia iluminação pública.

 

Na primeira casa viveu o encenador, escritor e artista plástico António Pedro

 

 

Algumas casa já dispunham de iluminação exterior, distinguindo-se nesta a lanterna no muro

 

 

A casa do Eng. Sousa Rego e a Capela de S. Teresa

 

 

Uma foto dos anos sessenta que retrata a EN-13 a passar na Av. de Santana e o Pinhal do Camarido ao fundo

 

 

Uma panorâmica interessante da praia de Moledo antes da construção do Paredão e Av. Marginal com a configuração actual

 

publicado por Brito Ribeiro às 20:28

18
Set 09

Foto obtida durante a Festa da senhora da Agonia de 2009 em Viana do Castelo. Simplesmente espectacular, digo eu!

publicado por Brito Ribeiro às 22:42

10
Set 09

Durante muitos anos montou-se um passadiço em madeira sobre o leito do Rio Âncora na época estival, para usufruto dos banhistas que frequentavam a Praia de Âncora.

 

 Passadiço estival em madeira - 1953

Por pressão da Junta de Turismo local, após diversos avanços e recuos, foi construída uma ponte com pilares em cantaria e tabuleiro pré-esforçado de betão.

Nesta construção não foi tido em conta a proximidade do mar e a resistência dos materiais utilizados, levando ao colapso desta ponte poucos anos depois, durante um temporal.

 

 Ponte em betão - 1958

Uma noite, o mar galgou o tabuleiro arrastando-o à sua frente, deixando para trás os pilares quebrados, que foram aproveitados para assentamento de mais um tabuleiro provisório em madeira.

 

O lance em betão complementado por um lance tosco em madeira - 1968

Este passadiço misto, metade betão, metade madeira, funcionou durante alguns anos até à construção do passadiço que ainda hoje existe e que foi requalificado pelo Ministério do Ambiente há quatro ou cinco anos.

publicado por Brito Ribeiro às 22:04

01
Jul 09

A estrada entrava e atravessava Gontinhães paralela à via férrea. Poucos anos mais tarde essa estrada iria designar-se Rua 5 de Outubro, topónimo que persiste até à actualidade.

 

 

O carrinho da fotografia poderá ser algum meio de transporte de mercadorias entre o centro da povoação e a estação do caminho de ferro situada ali perto.

 

 

Panorâmica actual da mesma rua. Apenas continua a existir uma casa, ao fundo, no lado direito da foto.

publicado por Brito Ribeiro às 10:02

05
Mai 09

 

Rua 31 de Janeiro em 1950. Entre campos de lavradio destaca-se a Quinta da Sobreira.

 

 

Rua dos Banhos em 1908, actual Rua Candido dos Reis. Distinguem-se pormenores das cancelas da passagem de nivel e de prédios do Largo da Lagarteira, hoje Praça da República.

 

 

Rua Laureano Brito cerca de 1950. Ao fundo a confluencia com a Rua Candido dos Reis e passagem de nivel com guarda.

 

publicado por Brito Ribeiro às 10:41

15
Abr 09

Um grupo de amigos ancorenses foi até S. Lourenço da Montaria em excursão a 10 de Junho de 1933.

Sentados da esquerda para a direita: José Joaquim Lopes, Padre Lúcio (abade de S. Lourenço) e Dr António Gonçalves Ramos (dentista em V. P. de Âncora). De pé: Tenente Alexandrino dos Santos (delegado marítimo), Tenente Mário Pinho, Manuel Martins Pinheiro e Dr. luís Inocencio Ramos Pereira. O fotografo foi, como habitualmente, o Dr. Rampana.

 

 

Acabaram por subir nesse mesmo dia até à Porta do Paraíso, na Serra D'Arga, a cerca de 800 metros de altitude onde o Dr. Rampana mais uma vez os fotografou.

 

 

Tendo em conta os 800 metros de altitude, o dia provavelmente quente, a indumentaria dos montanhistas e a idade deles, é de salientar a coragem demonstrada.

publicado por Brito Ribeiro às 22:20

30
Jan 09

 

Percursora de uma importante indústria de lacticínios (Empresa de Lacticínios Âncora) que cessou actividade há poucos anos, a Fábrica de Lacticínios J. A. Fernandes Cannas, Sucessores foi fundada em 1894.
O edifício visível na fotografia (1903) situava-se no largo da estação do caminho-de-ferro, na saída norte da povoação.
Nessa época, o leite entregue pelos agricultores, era trocado por fichas de um ou de cinco litros, que acabaram por serem aceites como moeda válida no comércio local.
publicado por Brito Ribeiro às 17:16

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