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22
Out 08

Designação

Dólmen de Vile / Dólmen do Santo de Vile
 
Localização
Viana do Castelo, Caminha, Vile, Lugar do Pinhal do Santo de Vile
  
Protecção
IIP, Dec. nº 29/90, DR 163 de 17 Julho 1990
 
Enquadramento
Rural, periférico, plataforma de terraço fluvial, coberta de pinhal, na margem direita do vale do Rio Âncora, junto a uma oficina de automóveis.
 
Descrição
Mamoa com cobertura de 15 m de diâmetro e 2,5 m de altura, destruída na extremidade da mamoa, no quadrante O., pela construção de uma oficina de automóveis. A mamoa apresenta restos da couraça pétrea, muito danificada, sendo saliente o grande negativo da violação da câmara, conservando somente um esteio da câmara.
 
Descrição Complementar
Nas escavações efectuadas foi recolhido uma ponta de seta de sílex e outra de quartzo, assim como um machado polido.
 
Utilização Inicial
Funerária: Dólmen
 
Utilização Actual
Marco histórico-cultural
 
Propriedade
Privada: pessoa singular
   
Época Construção
Pré-história
 
Cronologia
3 milénio a.C. - Provável construção;
2000 - diagnóstico, elaboração de proposta e assistência técnica para a conservação, beneficiação, salvaguarda e revitalização pela DREMN.
 
Tipologia
Arquitectura funerária, megalítica. Monumento megalítico apenas com mamoa e um esteio do dólmen.
 
Dados Técnicos
Estrutura autoportante.
 
Materiais
Esteio em monólito granítico; "tumulus" constituído por terra e pedra miúda.
 
Bibliografia
SARMENTO, Francisco Martins, Antiqua, Revista de Guimarães, 97 / 98, Guimarães, 1987 / 1988, p. 9;
JORGE, Vítor Oliveira, Megalitismo do Norte de Portugal: o distrito do Porto - os monumentos e a sua problemática no contexto europeu, dissertação de doutoramento, polic., vol. 1, Fac. de Letras da Univ. do Porto, 1982, p. 425.
 
Intervenção Realizada
Séc. 19, finais - escavação arqueológica de responsabilidade de Francisco Martins Sarmento.
 
Observações
O espólio deste monumento encontra-se depositado no Museu da Sociedade Martins Sarmento; dentro da Zona de Protecção foram recentemente construídas habitações; a cratera correspondente à câmara serve de receptáculo de lixo; a oficina de automóveis construiu um parque de estacionamento alcatroado na zona imediatamente contígua à mamoa.
 
 
publicado por Brito Ribeiro às 11:43

viva, homónimo Brito!
só hoje soube, pelo António Castilho, que esteve em vermoim, no passado sábado... não o re_conheci, mas também esteve muita gente, o que é bom sinal. de toda a forma, um abraço para si, atrasado, mas... sempre a tempo!
joão carlos brito a 23 de Outubro de 2008 às 02:06

É verdade, estive em Vermoim e no final tencionava cumprimentá-lo, mas distraí-me e quando o procurei já tinha saído. Fica para a próxima.
Obrigado pela visita e comentário.

Abraço
Brito Ribeiro a 23 de Outubro de 2008 às 16:40

Olá sr.Brito tudo o que diz esta tudo muito certo e gostava de ver a mamoa verdadeira mente tratada como tem a sua importancia.
Mas a verdade não e bem assim as casas ai no redor tem entre 20 e 30 anos e já desse tempo ai era reservatório de lixo e não havia oficina e nunca se fez nada
e o pouco de terá que foi cortada nesse redor já foi do tempo de um campo de futebol que ai existiu .
Qualquer das maneiras obrigada por divulgar esse monumento
Obrigada
Abraço
Pedro Ramos a 29 de Novembro de 2009 às 17:36

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