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Abr 08
De semana em semana, as novidades sucedem-se na Liga Portuguesa de Futebol. A maledicência, as desculpas esfarrapadas face ao insucesso desportivo, as suspeitas veladas ou descaradas, a mediocridade e a má gestão de alguns clubes, andam de mão dada com casos que a investigação não esclarece e a justiça não julga.
 
Parece (e é) mais importante manter ad eternum a suspeita, que resolver o problema. E assim proliferam os “apitos”, as escutas sem valor judicial, as declarações bombásticas que nada dizem, uma verdadeira pescadinha de rabo na boca, onde tudo regressa sempre ao início.
 
Depois da mais recente derrota do Benfica na Luz frente à Académica de Coimbra com quem perdeu por uns expressivos 0-3 e baixar para quarto lugar na classificação da campeonato, parece ser mesmo necessário chamar a polícia, dando assim razão ao presidente encarnado, que uns dias antes, após o jogo com o Boavista, declarou que a Polícia Judiciária tinha de entrar no futebol.
 
E eu concordo! Em primeiro lugar para averiguar que raio beberam ou fumaram os jogadores do Benfica antes do jogo. Em segundo lugar para procurarem o presidente que após ter chamado pela polícia, ainda no Bessa, desapareceu para não mais ser visto. Em terceiro lugar porque os espectadores pagaram para ver futebol e assistiram a dois meios tempos de circo e teatro, configurando um crime de burla, esta palhaçada frente à Académica.
 
Poderá a Judiciária iniciar as investigações inquirindo o habitual e costumeiro suspeito do Norte, uma forma de desviar as atenções, enquanto os incompetentes (do costume) olham para o umbigo e fanfarronam mais uma vez o estafado slogan, “para o ano é que é”.
publicado por Brito Ribeiro às 19:26
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