Ambiente, história, património, opinião, contos, pesca e humor

23
Dez 10

 

 

publicado por Brito Ribeiro às 10:24
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18
Dez 10

Dia 11 de Dezembro, pelas nove da manhã, na Freguesia de Arga de S. João iniciamos o percurso designado "Trilho da Pedra Alçada", uma iniciativa do CISA, Centro de Interpretação da Serra d'Arga, que nos levou até a um dos pontos mais altos da "nossa" serra, de onde avistamos o estuario do Rio Minho e simultaneamente o do Rio Âncora. A descida foi em direcção ao Mosteiro de S. João d'Arga, seguimos ainda o curso da Ribeira de S. João até atravessarmos a Freguesia de Arga de S. João, de regresso à Igreja Paroquial de onde tinhamos partido algumas horas antes. Cansados? Sim, um pouco, mas conscientes do património riquíssimo que é a Serra d'Arga e contentes por mais uma jornada de fruição da natureza... sem a estragar.

 

Partida da Igreja de Arga de S. João, onde o pároco tem lugar de estacionamento reservado. Deve ser muito necessário, digo eu!

 

 

Subir um trilho em direcção à Pedra Alçada custa, mas compensa.

 

 

 

Onde as rochas tem caprichos

 

 

A vegetação recupera lentamente do incêndio do último verão

 

 

Os caminheiros continuam a ser maioritariamente de fora do Concelho

 

 

Na Eira do Guindeiro ouvindo as explicações do Ventura sobre um vestígio medieval

 

 

Um trilho de romeiros destruido pela ignorancia (ou estupidez) de quem consentiu que uma máquina pesada enterrasse uns tubos de água

 

 

O mesmo trilho onde a máquina não entrou. Nota-se diferença, não?

 

 

Um belo recanto da Ribeira de S. João, que passa junto do Santuário de S. João d'Arga

 

 

Um piscina natural na Ribeira de S. João

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por Brito Ribeiro às 12:44
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13
Dez 10

Jorge Simão Meira, fotógrafo amador de Vila Praia de Âncora, conseguiu o prémio na categoria de "A Cidade", no "Grand Concours Amateurs Photo 2010".

O premiado define esta distinção como o "Óscar" da fotografia amadora, atendendo ao prestígio que a Revista  Francesa “Photo” granjeou ao longo do tempo, exemplificando com o facto de que quando começou a apaixonar-se pela fotografia, nos seus 15 anos, ser esta a única publicação que chegava a Portugal e que "comprava religiosamente todos os meses".

Cada ano, a "Photo" recebe cerca de 50.000 fotografias provenientes de concorrentes de mais de 70 países, cujos trabalhos em diferentes áreas (reportagem, desporto, moda, cidade, etc) são avaliados por um júri "de grande idoneidade na área da fotografia".

Jorge Meira concorreu com um trabalho a preto e branco, a sua especialidade, da zona exterior da Casa da Música, no Porto.

Já no ano passado tinha concorrido à secção de reportagem e embora não tivesse saído premiado, mereceu a publicação na revista de Janeiro deste ano face à qualidade já revelada, o que voltará a acontecer na próxima edição, mas com direito a mais pormenores sobre o currículo do autor ancorense agora premiado.

 

Este apaixonado pela fotografia, membro da United Photo Press World, possui 10.000 fotografias de qualidade e já arrecadou mais de 80 prémios e viu expostos os seus trabalhos em mais de uma centena de exposições em Portugal, EUA, Canadá, Espanha, Argentina, México, Brasil, etc., sendo ainda co-autor de quatro livros de fotografia, esperando algum dia publicar um livro com fotos suas acompanhadas de poesias de autores portugueses.

 

 


 

Recordou que desde pequeno se sentiu atraído pela fotografia, fascínio este baseado na paixão que o seu tio José Meira (já falecido e que foi a alma do Grupo Etnográfico de Vila Praia de Âncora) já nutria por esta arte, possuindo uma câmara escura no sótão da sua casa, na qual revelava fotografias, mas que "nunca me deixava entrar com medo que eu fosse mexer nos químicos ou fosse afectado por eles", anotou este fotógrafo amador.

Até que um dia acabou por levá-lo a esse mundo misterioso e "fiquei fascinado com as imagens que apareciam" no papel, daí resultando uma atracção que nunca mais o largou.

 

A primeira máquina que seu pai lhe ofereceu foi uma Olimpus om-10 que lhe trouxe de Londres quando fez quinze anos. A partir daí, "fui estudando, comprando máquinas antigas", assinalou, dando particular ênfase a uma com campânula "cujo flash estourava dentro".

 

Jorge Simão Meira, licenciado em radiologia, trabalha em Fão, mas todos o conhecem na vila onde nasceu, com a sua máquina fotográfica e a sua mochila inseparáveis, sempre à espreita de captar um pormenor no momento exacto ou fazendo a cobertura dos eventos mais destacados da região.

publicado por Brito Ribeiro às 16:47

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